ARTES DE FRONTEIRA hibridismos e experimentações
Uma leitura expandida do material de PERFORMANCE e VIDEOARTE no Arquivo Multimeios do CCSPArquivo de Autor – David A Ross
David A Ross
Até 1965, os instrumentos do campo da televisão eram usados quase que exclusivamente pelas grandes firmas e pelos grandes partidos políticos para efetuar a transmissão unidirecional de informação previamente elaborada, nenhuma possibilidade havendo de que os mesmos instrumentos e o mesmo sistema de transmissão fossem usados para comunicações que viessem ao encontro das necessidades do indivíduo. A “revolução da meia polegada” abriu a possibilidade de se utilizarem sistemas de distribuição descentralizados adaptados às necessidades de minorias numa sociedade pluralista, como, por exemplo, a televisão à cabo. Essa revolução também ampliou extraordinariamente o potencial do vídeo como um meio para a produção de arte.
Mais ou menos naquela mesma época, as atividades do grupo Fluxus e os happenigs organizados por artistas como Kaprow , Oldenburg e Dine, iam contribuindo para uma atitude mais aberta com relação a obras interdisciplinares e salientando a necessidade de uma arte mais informada pela cultura e mais capaz de informá-la.
David A Ross, pg 6. CA080
1975
David A Ross
Qual é o significado da expressão arte do video? A melhor definição talvez seja: qualquer trabalho de arte que abranja materiais próprios ao video, tais como câmeras e aparelhos de televisão, equipamento para filmar ou projetar videotapes e um grande número de aparelhos para reprodução da imagem, ou seja, sistemas de televisão em geral.
David A Ross, pg 5. CA080
1975
David A Ross
O fato de que um número cada vez maior de artistas nos Estados Unidos vir trabalhando com os meios de produção para a televisão continua a causar perplexidade não só entre os críticos como também no público em geral.
David A Ross pg 5. CA080
1975